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II Série Volume 30 Número 2
Fevereiro 2017

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

4- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

5- Erisipela.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Drogas antidepressivas.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

13- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 

A Acta Médica Portuguesa (AMP) é a revista científica publicada pela Ordem dos Médicos. O seu principal objectivo é a publicação de trabalhos científicos originais e de revisão na área biomédica da mais elevada qualidade, abrangendo várias áreas do conhecimento médico, e ajudar os médicos a tomar melhores decisões. Para atingir estes objectivos a Acta Médica Portuguesa publica artigos originais, artigos de revisão, casos clínicos, editoriais, entre outros, comentando sobre os factores clínicos, científicos, sociais, políticos e económicos que afectam a saúde. Todos os artigos são objecto de peer review. Relativamente à utilização por terceiros, a AMP rege-se pelos termos da licença Creative commons ‘Atribuição – Uso Não--Comercial – Proibição de Realização de Obras Derivadas (by-nc-nd)’.

 

História

A publicação da Acta Médica Portuguesa teve início em fevereiro de 1979. Em 1987, a Secção Regional Sul da Ordem dos Médicos adquiriu a AMP. Em março de 1989, a AMP passa a ser o órgão científico da Ordem dos Médicos. A partir de 2004 apenas se publica a versão electrónica. Até à data foram recepcionados quase 5000 artigos científicos.

 

Editores Emeriti

A. Galvão-Teles (1978-1987), F. Veiga Fernandes (1987-1993), A. Sales Luís (1993-1996), Carlos Ribeiro (1996-1998), J. Germano de Sousa (1999-2004), Pedro Nunes (2005-2010).

 

Indexação

A Acta Médica Portuguesa está indexada e resumida em algumas das mais importantes bases internacionais de artigos científicos:

 

A AMP é uma das cinco revistas de Medicina portuguesas indexada na PubMed/Medline, em reconhecimento claro do seu nível científico enquanto publicação na área das ciências médicas. É a revista médica portuguesa há mais tempo indexada na PubMed/Medline. Esta ocorreu em 1979, sendo nessa data editor-chefe o Prof. Alberto Galvão-Teles liderando uma equipa formada pelos Professores Cândido de Oliveira, Machado Macedo e Armando Sales Luís.

Um dos parâmetros mais importantes de qualidade de uma revista científica de âmbito internacional nesta área, além da indexação na PubMed/Medline, é a atribuição de factor de impacto (FI) pela ISI Web of Knowledge (Journal Citation Reports: Thomson Reuters). Em 2010 verificou-se pela primeira vez atribuição de FI à Acta Médica Portuguesa (0,256).

Besides the indexation in PubMed/Medline, another major requirement for international scientific publications in the medical area is the Impact Factor awarded by ISI Web of Knowledge (Journal Citation Reports: Thomson Reuters). Acta Médica Portuguesa’ first Impact Factor was granted in 2010 (0,256).

A Acta Médica está na posição 129 das 151 revistas classificadas na classe Medicine, General and Internal (dados de 2010).

 

Normas de Publicação

A Acta Médica Portuguesa desenvolve a sua actividade editorial de acordo com as regras das seguintes instituições.

International Committee of Medical Journal Editors

SHERPA/ROMEO. É uma revista de nível verde nesta base de dados em que o autor pode arquivar a versão preprint e postprint ou versão/PDF do editor.

COPE - Committee on Publication Ethics

 

Acessibilidade na web

Os resumos de quase 3000 artigos publicados na Acta Médica Portuguesa estão disponíveis na PubMed/Medline.

O conteúdo integral de quase 1000 artigos, desde 2004, está acessível de forma gratuita na Medline ("linkout journal").

Por ano, são realizados cerca de 85 000 downloads de artigos da Acta Médica Portuguesa.

DOAJ - Directory of Open Access Journals

RCAAP - Repositório Científico de Acesso Aberto em Portugal