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Leia a Última Edição!

II Série Volume 32 Número 2
Fevereiro 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Erisipela.

6- Drogas antidepressivas.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

20- Abordagem do síndrome vertiginoso.

 

A Acta Médica Portuguesa (AMP) é a revista científica publicada pela Ordem dos Médicos. O seu principal objectivo é a publicação de trabalhos científicos originais e de revisão na área biomédica da mais elevada qualidade, abrangendo várias áreas do conhecimento médico, e ajudar os médicos a tomar melhores decisões. Para atingir estes objectivos a Acta Médica Portuguesa publica artigos originais, artigos de revisão, casos clínicos, editoriais, entre outros, comentando sobre os factores clínicos, científicos, sociais, políticos e económicos que afectam a saúde. Todos os artigos são objecto de peer review. Relativamente à utilização por terceiros, a AMP rege-se pelos termos da licença Creative commons ‘Atribuição – Uso Não--Comercial – Proibição de Realização de Obras Derivadas (by-nc-nd)’.

 

História

A publicação da Acta Médica Portuguesa teve início em fevereiro de 1979. Em 1987, a Secção Regional Sul da Ordem dos Médicos adquiriu a AMP. Em março de 1989, a AMP passa a ser o órgão científico da Ordem dos Médicos. A partir de 2004 apenas se publica a versão electrónica. Em 2018, foram submetidos cerca de 1100 artigos através do nosso portal electrónico.

 

Editores Emeriti

A. Galvão-Teles (1978-1987), F. Veiga Fernandes (1987-1993), A. Sales Luís (1993-1996), Carlos Ribeiro (1996-1998), J. Germano de Sousa (1999-2004), Pedro Nunes (2005-2010), Rui Tato Marinho (2011-2016), José Manuel Silva (2017).

 

Indexação

A Acta Médica Portuguesa está indexada e resumida em algumas das mais importantes bases internacionais de artigos científicos:

 

A AMP é uma das seix revistas de Medicina portuguesas indexada na MEDLINE, em reconhecimento claro do seu nível científico enquanto publicação na área das ciências médicas. É a revista médica portuguesa há mais tempo indexada na PubMed/Medline. Esta ocorreu em 1979, sendo nessa data editor-chefe o Prof. Alberto Galvão-Teles liderando uma equipa formada pelos Professores Cândido de Oliveira, Machado Macedo e Armando Sales Luís.

Um dos parâmetros mais importantes de qualidade de uma revista científica de âmbito internacional nesta área, além da indexação na PubMed/Medline, é a atribuição de factor de impacto (FI) pela ISI Web of Knowledge (Journal Citation Reports: Thomson Reuters). Em 2010 verificou-se pela primeira vez atribuição de FI à Acta Médica Portuguesa (0,256).

Besides the indexation in PubMed/Medline, another major requirement for international scientific publications in the medical area is the Impact Factor awarded by ISI Web of Knowledge (Journal Citation Reports: Thomson Reuters). Acta Médica Portuguesa’ first Impact Factor was granted in 2010 (0,256).

A Acta Médica está na posição 129 das 151 revistas classificadas na classe Medicine, General and Internal (dados de 2010).

 

Normas de Publicação

A Acta Médica Portuguesa desenvolve a sua actividade editorial de acordo com as regras das seguintes instituições.

International Committee of Medical Journal Editors

SHERPA/ROMEO. É uma revista de nível verde nesta base de dados em que o autor pode arquivar a versão preprint e postprint ou versão/PDF do editor.

COPE - Committee on Publication Ethics

 

Acessibilidade na web

Os resumos de 3800 artigos publicados na Acta Médica Portuguesa estão disponíveis na PubMed/Medline.

O conteúdo integral da revista está acessível de forma gratuita na MEDLINE ("linkout journal").

Por ano, são realizados cerca de 85 000 downloads de artigos da Acta Médica Portuguesa.

DOAJ - Directory of Open Access Journals

RCAAP - Repositório Científico de Acesso Aberto em Portugal