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II Série Volume 31 Número 04
Abril 2018

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Erisipela.

6- Drogas antidepressivas.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

20- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

 
   

Gestao Gemelar Monocorinica com Morte de Um dos Fetos: Prognstico do Co-Gmeo Sobrevivente e Desfecho Neonatal



A incidência de morte fetal de um feto na gestação gemelar varia de 0,5% - 6,8%, deixando o feto sobrevivente com morbi-mortalidade aumentada. O prognóstico é pior em gestaes monocoriónicas. Ao abordar estes casos importa realçar a referenciação a centro terciário com apoio perinatal diferenciado, a indução da maturação pulmonar fetal e a interrupção da gravidez se houver perda de bem-estar fetal ou possibilidade de complicações maternas ou suspeita de sequelas neurológicas no feto sobrevivente, devendo os riscos da prematuridade iatrogénica serem sempre pesados com as possíveis sequelas decorrentes da permanência do feto num ambiente uterino hostil. Os autores descrevem o caso de uma mulher de 32 anos com gravidez monocoriónica/diamniótica com morte de um dos fetos, com restrição de crescimento grave e inserção velamentosa do cordão umbilical, pelas 30 semanas de gestação. O casal optou pela terminação da gravidez às 33 semanas, após documentação de alterações cerebrais no feto sobrevivente.
Palavras-chave: Gémeos Monozigóticos; Mortalidade Fetal; Nascimento Prematuro; Resultado da Gravidez.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).