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II Série Volume 30 Número 2
Fevereiro 2017

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

4- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

5- Erisipela.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Drogas antidepressivas.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

13- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Gestação Gemelar Monocoriónica com Morte de Um dos Fetos: Prognóstico do Co-Gémeo Sobrevivente e Desfecho Neonatal



A incidência de morte fetal de um feto na gestação gemelar varia de 0,5% - 6,8%, deixando o feto sobrevivente com morbi-mortalidade aumentada. O prognóstico é pior em gestações monocoriónicas. Ao abordar estes casos importa realçar a referenciação a centro terciário com apoio perinatal diferenciado, a indução da maturação pulmonar fetal e a interrupção da gravidez se houver perda de bem-estar fetal ou possibilidade de complicações maternas ou suspeita de sequelas neurológicas no feto sobrevivente, devendo os riscos da prematuridade iatrogénica serem sempre pesados com as possíveis sequelas decorrentes da permanência do feto num ambiente uterino hostil. Os autores descrevem o caso de uma mulher de 32 anos com gravidez monocoriónica/diamniótica com morte de um dos fetos, com restrição de crescimento grave e inserção velamentosa do cordão umbilical, pelas 30 semanas de gestação. O casal optou pela terminação da gravidez às 33 semanas, após documentação de alterações cerebrais no feto sobrevivente.
Palavras-chave: Gémeos Monozigóticos; Mortalidade Fetal; Nascimento Prematuro; Resultado da Gravidez.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).