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II Série Volume 30 Número 2
Fevereiro 2017

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

4- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

5- Erisipela.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Drogas antidepressivas.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

13- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Uma Visão Geral do Ensino de Comunicação de Más Notícias no Curso de Medicina: Será Uma Aula Teórica Adequada para Abordar o Tema?



Introdução: A comunicação de más notícias é muito comum na prática médica diária. Vários estudos têm demonstrado um défice de competências por parte dos estudantes de medicina quanto à forma de dar más notícias. Com a aplicação do protocolo SPIKES torna-se possível adquirir treino de competências relacionadas com tal questão em seis etapas. O objetivo deste estudo é investigar a perspetiva dos estudantes sobre o problema.
Material e Métodos: Uma palestra de 45 minutos sobre “Comunicação de Más Notícias” visou os 160 estudantes do quinto e sexto ano de Medicina, usando o treino segundo protocolo de SPIKES. Após a palestra, foi implementado um inquérito online a todos os alunos, e foi realizada uma análise transversal e descritiva dos dados extraídos da pesquisa.
Resultados: Cinquenta e quatro alunos (21% do total) responderam ao questionário online. Oitenta e três por cento afirmaram que o tema deverá ter um papel importante na sua futura prática médica diária, e a maioria dos estudantes avaliou o papel dos médicos como desafiante. Sessenta por cento dos estudantes expressaram que comunicar más notícias fez parte integrante do currículo do curso de medicina. Em relação ao protocolo de SPIKES, 48% sentiram que o primeiro passo seria o mais fácil de colocar em prática, e 40% sentiram que o quinto passo relacionado com as “Emoções” seria o mais difícil.
Discussão: Em geral, os alunos gostariam de se sentir capacitados para obter competências nas más notícias usando uma abordagem
prática.
Conclusões: Os estudantes valorizam as abordagens teóricas e práticas no ensino da comunicação de más notícias. Deste modo,
recomenda-se um modelo pedagógico combinado na educação médica pré-graduada.
Palavras-chave: Competência Clínica; Comunicação; Ensino Médico Pré-graduado; Estudantes de Medicina; Portugal; Revelação da Verdade

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).