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II Série Volume 30 Número 11
Novembro 2017

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Erisipela.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Drogas antidepressivas.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Diferenças farmacodinâmicas e farmacocinéticas entre os SSRI: implicações na prática clínica.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

A Participação de Médicos nas Atividades da Agência Europeia de Medicamentos



Durante mais de duas décadas de atividade, a Agência Europeia de Medicamentos estabeleceu-se em rede com as agências nacionais do medicamento, congregando - nos seus vários comités científicos e grupos de trabalho - peritos europeus provenientes das mais variadas vertentes da avaliação da qualidade, segurança e eficácia de medicamentos. O trabalho que se realiza no âmbito das atividades da Agência Europeia de Medicamentos e as conclusões a que se chegam a nível Europeu afetam milhões de cidadãos. A Agência Europeia de Medicamentos considera ser de grande importância manter, de forma sustentável e consistente, a participação ativa de médicos de Medicina Geral e Familiar, assim como de outras especialidades médicas, no processo de avaliação e monitorização de medicamentos. O presente artigo aborda de forma resumida como se promove a participação de médicos e profissionais de saúde, em geral, nas atividades da Agência Europeia de Medicamentos.
Palavras-chave: Aprovação de Medicamentos; Órgãos Governamentais; Pessoal de Saúde; União Europeia

Leia o artigo completo aqui. (Apenas em Português)