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II Série Volume 30 Número 11
Novembro 2017

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Erisipela.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Drogas antidepressivas.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Diferenças farmacodinâmicas e farmacocinéticas entre os SSRI: implicações na prática clínica.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Prevalência de Literacia em Saúde Inadequada em Portugal Medida com o Newest Vital Sign



Introdução: A literacia em saúde começa a ser alvo de políticas de saúde em Portugal, mas a investigação neste tema ainda é escassa. Pretendemos estimar a prevalência de literacia em saúde inadequada e os fatores sociodemográficos associados em Portugal, utilizando um instrumento de avaliação da literacia em saúde já existente, o Newest Vital Sign.
Material e Métodos: Após adaptação transcultural do instrumento, avaliámos uma amostra de 249 participantes para examinar fiabilidade e validade de constructo do Newest Vital Sign; esta última foi testada assumindo que os médicos teriam pontuação máxima, seguidos por investigadores na área da saúde, investigadores na área da engenharia e finalmente por leigos da população geral. Em seguida, aplicámos a versão validada numa amostra representativa de 1554 pessoas, residentes em Portugal, entre os 16 e os 79 anos, e quantificámos as associações entre literacia em saúde inadequada e caraterísticas sociodemográficas.
Resultados: O instrumento revelou elevada fiabilidade (α de Cronbach = 0,85). A profissão ligada à saúde associou-se a pontuações mais elevadas no Newest Vital Sign (p para a tendência < 0,001). A prevalência de literacia em saúde inadequada na população portuguesa foi de 72,9% (IC 95%: 69,4 - 76,4). Não encontrámos diferenças entre homens e mulheres, mas as pessoas com literacia em saúde inadequada eram significativamente mais velhas (p < 0,001) e com menor escolaridade (p < 0,001).
Discussão: A carga de literacia em saúde inadequada em Portugal é mais alta do que a observada noutros países europeus. Esta deve conduzir a medidas de precaução universais no âmbito da comunicação em saúde, a todos os níveis de cuidados.
Conclusão: Adaptámos um instrumento breve e simples e estimámos que, na população portuguesa alfabetizada, três em cada quatro pessoas possuem literacia em saúde inadequada.

Leia o artigo completo aqui (apenas em Inglês).