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II Série Volume 32 Número 6
Junho 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

19- Abordagem do síndrome vertiginoso.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Retalho Livre Anterolateral da Coxa para Tratamento de Quelóide Esternal



As cicatrizes hipertróficas e quelóides representam distúrbios cicatriciais hiperproliferativos que podem ter um impacto significativo na vida dos doentes. Os autores apresentam o caso de um doente de 53 anos, com uma cicatriz quelóide na região esternal após exérese de quisto sebáceo e múltiplas sessões de infiltração de corticóide, com um agravamento marcado da lesão. O doente foi submetido a exérese do quelóide e reconstrução do defeito com retalho livre fasciocutâneo anterolateral da coxa (anterolateral thigh flap – ALT). O pós-operatório imediato e tardio decorreu sem intercorrências, sem sinais de recidiva. O tratamento de quelóides esternais passa, inevitavelmente, por diminuir a tensão na região operada, de forma a evitar a recidiva e eventual agravamento da lesão. O tratamento deste tipo de cicatrizes é complexo, tornando-se um verdadeiro desafio para o cirurgião plástico. No caso clínico apresentado, dadas as dimensões e localização da cicatriz, a sua excisão provocou um defeito extenso, sendo necessária a transferência microcirúrgica de tecidos para cobertura completa, minimizando a tensão na região esternal.
Palavras-chave: Coxa; Esterno; Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos; Quelóide; Retalhos de Tecido Biológico/transplantação

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