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II Série Volume 32 Número 12
Dezembro 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

20- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

 
   

Conciliação Trabalho-Família na Profissão Médica: Um Estudo Exploratório



Introdução: Este estudo propôs-se caraterizar e avaliar a conciliação trabalho-família na profissão médica em Portugal.
Material e Métodos: Este é um estudo observacional, transversal e exploratório de uma amostra de 181 médicos sócios da Associação dos Médicos Católicos Portugueses. Foi aplicado um questionário de resposta múltipla e valoração qualitativa, por forma a avaliar caraterísticas socioeconómicas, laborais e a conciliação trabalho-família. Foram realizadas análises descritiva e de regressão linear.
Resultados: Cerca de 40% dos médicos inquiridos avaliam negativamente a conciliação trabalho-família no sector privado. Já para o Serviço Nacional de Saúde, são 73% os médicos inquiridos que avaliam negativamente a conciliação trabalho-família no sector público. Verificou-se que mais de metade dos inquiridos (56%) tinha uma carga horária superior à que considera danosa à sua conciliação trabalho-família, sendo que a grande maioria trabalhava no limite ou em excesso de carga horária. Os dados obtidos permitiram associar maior carga horária com fazer urgências, com a idade e ser do sexo masculino. Foi ainda observado que maior carga horária não está associada a ter filhos ou ser casado.
Discussão: No nosso estudo, as três medidas de conciliação trabalho-família que os participantes consideraram ser as mais importantes foram a possibilidade de flexibilizar o horário, trabalhar a tempo parcial e reduzir temporariamente o horário de trabalho (por exemplo, devido a assistência à família). Estes aspetos poderão explicar as diferenças encontradas na avaliação da conciliação trabalho-família entre o sector público e o sector privado.
Conclusão: A profissão médica pelas suas características de exigência coloca os médicos numa situação particular de risco para alcançarem uma adequada conciliação trabalho-família. Os resultados do nosso estudo apontam para uma insatisfação dessa conciliação, sendo que essa insatisfação é mais marcada no sector público, tendencialmente associada ao excesso de carga horária semanal.
Palavras-chave: Conciliação Trabalho-Família; Excesso de Trabalho; Médicos, Satisfação no Trabalho

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