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Leia a Última Edição!

II Série Volume 32 Número 11
Novembro 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Terapia familiar sistémica: um novo conceito, uma nova prática.

19- Pancreatite aguda. Actualização e proposta de protocolo de abordagem.

20- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

 
   

Hepatite E Aguda Severa em Mulher com História Auto-imune



As infeções pelo vírus da hepatite E do genótipo 3 são normalmente assintomáticas em indivíduos imunocompetentes. Os casos sintomáticos de hepatite E aguda ictérica são raramente observados em mulheres, crianças e jovens adultos, sendo mais frequentes em homens de meia-idade e idosos. Descrevemos um caso de hepatite aguda severa com hospitalização prolongada numa mulher imunocompetente de 40 anos causada pelo vírus da hepatite E do genótipo 3. Da sua história clínica destacavam-se doenças autoimunes, nomeadamente gastrite atrófica e doença de Graves. A mulher apresentava uma necrose hepática grave, revelada pelos altos níveis de aminotransferases (ALT 4893 U/L; AST 3138 U/L), e distúrbios de coagulação (tempo de protrombina; INR = 1,33). Os marcadores serológicos para os vírus das hepatites A, B e C foram negativos; a pesquisa de ARN do vírus da hepatite E foi positiva no soro. A sequenciação e a análise filogenética revelaram que o vírus da hepatite E em causa pertencia ao subgenótipo 3a. Os autores sugerem uma associação entre a infeção aguda severa causada pelo vírus da hepatite E genótipo 3 e o historial autoimune da mulher.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).