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Leia a Última Edição!

II Série Volume 32 Número 12
Dezembro 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

19- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

20- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

 
   

O Desempenho das Curvas do Intergrowth 21st no Diagnóstico de Leve e Grande para a Idade Gestacional em Recém-nascido de Termo e Pré-termo



Introdução: O peso ao nascer é importante na morbimortalidade neonatal e está relacionado com o desenvolvimento de doenças crónicas na idade adulta. Este estudo pretende avaliar a utilização das curvas de crescimento Intergrowth 21st em alternativa às de Fenton e Kim 2013 no diagnóstico de leve e grande para a idade gestacional num grupo de recém-nascidos Portugueses.
Material e Métodos: Estudo analítico e retrospetivo avaliando o peso ao nascer de recém-nascidos de termo e pré-termo segundo ambas as curvas de crescimento. Grupos estudados: ‘Termo-semanas’ e ‘Termo-dias’ (recém-nascidos de termo com idade gestacional em semanas e dias, respetivamente), ‘Pré-termo-semanas’ e ‘Pré-termo-dias’ (recém-nascidos pré-termo com idade gestacional em semanas e dias, respetivamente).
Resultados: Foram incluídos 14 056 recém-nascidos, 6% pré-termo. Usando as curvas de crescimento Intergrowth 21st, os grupos ‘Termo-semanas’ (n = 12 081), ‘Termo-dias’ (n = 1118), ‘Pré-termo-semanas’ (n = 617) e ‘Pré-termo-dias’ (n = 240) classificados como leves para a idade gestacional segundo Fenton e Kim 2013 foram classificados como adequados para a idade gestacional em 52,8%, 57,8%, 37,7% e 9,3% respetivamente; e 9,2%, 9,2%, 5,9% e 0,6% dos adequados para a idade gestacional foram classificados como grandes para a idade gestacional, respetivamente. No grupo ‘Pré-termo-dias’, 7,9% dos adequados para a idade gestacional seriam leves para a idade gestacional e 22,2% dos grandes para a idade gestacional seriam adequados para a idade gestacional, todos com idade gestacional abaixo de 231 dias.
Discussão: O uso do Intergrowth 21st nesta amostra resultou num menor número de recém-nascidos classificados como leves para a idade gestacional, exceto nos recém-nascidos muito prematuros.
Conclusão: Tendo em conta os resultados obtidos, sugerimos que as maternidades portuguesas considerem a utilização das curvas de crescimento Intergrowth 21st em detrimento das de Fenton e Kim 2013. Contudo, mais estudos são necessários para confirmar estes resultados.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).