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II Série Volume 33 Número 2
Fevereiro 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Erisipela.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Ectopia pancreática.

19- Ectopia pancreática.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Lesão Tumoral Primária do Pulmão em Adolescente



Os tumores pulmonares primários em idade pediátrica são raros, existindo, contudo, uma multiplicidade de tipos histológicos, com diferentes abordagens terapêuticas. O tumor miofibroblástico inflamatório do pulmão representa 0,04% - 1,2% de todos os tumores pulmonares, é mais frequente em crianças e adultos jovens e a sua etiologia é desconhecida. A apresentação clínica e radiológica é muito variável, pelo que o diagnóstico é difícil. Descrevemos o caso de um adolescente de 15 anos, com achado de nódulo pulmonar em radiografia de tórax realizada no contexto de infeção respiratória e cujo estudo etiológico revelou tratar-se de um tumor miofibroblástico inflamatório do pulmão. Foi realizada resseção atípica por toracoscopia videoassistida, verificando-se evolução favorável. Salientamos a raridade desta entidade, a necessidade de elevado índice de suspeição clínica e a marcha diagnóstica que levou ao esclarecimento definitivo e à sua resolução.

Leia o artigo completo aqui (apenas em Português).