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II Série Volume 33 Número 7-8
Julho-Agosto 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

19- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

20- Demência frontotemporal: que entidade?

 
   

Estratégia de Saúde Pública para a Pandemia COVID-19 em Portugal: Contribuições da Experiência Internacional



Foi com extremo agrado que li o artigo “Estratégia de Saúde Pública para a Pandemia COVID-19 em Portugal: Contribuições da Experiência Internacional”. Consistem em experiências de grande importância, que vão nortear os passos de vários sistemas de saúde no mundo no que diz respeito ao tratamento da actual pandemia. Gostaria de contribuir com mais algumas reflexões.
A tecnologia provou ser uma grande aliada durante esse período de crise sanitária. Observou-se que a formação dos alunos de medicina foi muito afetada durante o período de epidemia devido à redução no número de consultas e cirurgias. A telemedicina surgiu como uma grande oportunidade de capacitação do corpo clínico, além de permitir a teleorientação dos doentes, evitando que eles procurassem desnecessariamente os hospitais, e limitando o risco de contaminação.

Leia aqui a Carta ao Editor.