Untitled
esquerda


Leia a Última Edição!

II Série Volume 33 Número 9
Setembro 2020

E-ALERT:

menu esquerda
 
   
 
 
 
 


  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Ectopia pancreática.

19- Ectopia pancreática.

20- Ectopia pancreática.

 
   

Revisitando a Autópsia Clínica: Lições a Retirar da Pandemia de COVID-19



The number of clinical autopsies has been decreasing significantly in most European countries, with great variability of autopsy rates, from 3% to 40%.
Nevertheless, it is still performed as a tool for quality assessment, as teaching method, as last resource for undiagnosed cases and to gain insight into disease pathophysiology.
There are variable reasons for the decrease in autopsy demand. The most important one is perhaps the improvement of diagnostic capacity of complementary tests, but also the increase in the number of lawsuits against physicians and the fear of diagnostic error.
Pathologists also play a role in this decline, since autopsy activity is frequently regarded as a low priority and commonly assigned to low experienced residents, mostly because of the overload of work with increasing complexity.

Leia aqui a Carta ao Editor (apenas em inglês).