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II Série Volume 33 Número 9
Setembro 2020

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

19- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

20- Demência frontotemporal: que entidade?

 
   

O Impacto da Pandemia COVID-19 no Internato de Formação Específica de Oftalmologia em Portugal



Introdução: Este estudo teve como objetivo avaliar o impacto da pandemia COVID-19 no internato de Formação Específica de Oftalmologia em Portugal.
Material e Métodos: Estudo descritivo dos resultados obtidos de um questionário aplicado a todos os internos de Formação Específica de Oftalmologia em Portugal (n = 80).
Resultados: Setenta e cinco internos participaram no estudo (taxa de resposta de 94%). Excetuando um caso, todos (99%) admitiram alteração da sua prática clínica durante a pandemia, e a maioria (89%) manteve atividades clínicas no seu serviço de Oftalmologia. Vinte e cinco porcento foram integrados em unidades COVID-19, e metade desses inquiridos (47%) desempenharam concomitantemente atividades no âmbito da oftalmologia. Uma percentagem significativa dos inquiridos referiu estar envolvido nas seguintes atividades clínicas oftalmológicas: serviço de Urgência/consultas internas (87%), consultas externas (73%: geral 70% vs subespecialidade 29%), e cirurgias (64%). Vinte e cinco porcento não participaram em consultas externas, e 36% em procedimentos cirúrgicos. Numa escala de 1 (sem impacto) a 5 (máximo impacto), a maioria dos inquiridos classificou o impacto percecionado da pandemia no internato de Formação Específica de Oftalmologia em 3 (34%), 4 (40%) e 5 (27%). Oitenta porcento dos inquiridos enumerou a extensão do período do internato de Formação Específica como uma medida a adotar para minimizar o impacto negativo da pandemia.
Discussão: A maioria dos internos mantiveram-se a desempenhar atividades clínicas no seu serviço de Oftalmologia, principalmente no âmbito da oftalmologia geral e de urgência. O desempenho de atividade cirúrgica foi largamente afetado. São necessárias estratégias adaptativas para garantir a continuação adequada da formação dos internos. Futuros estudos noutros contextos geográficos permitirão perceber de que forma os programas de formação em oftalmologia estão a ser afetados ao nível internacional, para que as organizações educacionais possam elaborar recomendações.
Conclusão: A pandemia COVID-19 teve um impacto significativo no internato de Formação Específica de Oftalmologia em Portugal.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).