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II Série Volume 34 Número 5
Maio 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Diferenças farmacodinâmicas e farmacocinéticas entre os SSRI: implicações na prática clínica.

18- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

19- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

20- Demência frontotemporal: que entidade?

 
   

Um calendário possível de pandemia

por Bernado Mateiro Gomes

2020 foi um ano difícil. Por isso, não se deve perder a oportunidade de tentar sistematizar o que se passou e olhar para o mesmo sob diferentes perspetivas.
Janeiro começa com as notícias de uma nova doença na província de Hubei na China, com algumas incertezas associadas: seria uma zoonose de transmissão limitada entre humanos? Seria uma ameaça pandémica? Retrospectivamente, estarei entre os muitos cépticos iniciais em contraste com aqueles que reconheceram logo o padrão de disseminação análogo ao Sars-CoV original. Será, juntamente com fevereiro, mês do que podíamos chamar “fog of war”, perante um inimigo desconhecido.

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