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II Série Volume 34 Número 1
Janeiro 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Espondilodiscite: que etiologia?

19- Abordagem do síndrome vertiginoso.

20- Abordagem do síndrome vertiginoso.

 
   

Encefalite Autoimune Sem Anticorpo Identificado: Um Relato de Caso



A encefalite é caracterizada por inflamação cerebral. A literatura descreve a etiologia autoimune como uma das causas mais frequentes de encefalite não infeciosa. Dadas as semelhanças dos resultados laboratoriais e imagiológicos com a encefalite viral, e devido a uma extensa variedade de manifestações clínicas, o diagnóstico é desafiante, pelo que os médicos precisam de maior suspeita clínica realizarem um diagnóstico correto. Relatamos o caso de um indivíduo de 35 anos, do sexo masculino, sem antecedentes pessoais de relevo, que apresentou dois episódios de encefalite autoimune num período de seis meses. Não obstante uma apresentação clínica e imagiológica típica de encefalite autoimune, o doente apresentava resultados negativos para anticorpos, o que atrasou o diagnóstico. É importante considerar a hipótese de etiologia autoimune no diagnóstico diferencial de todos os pacientes que apresentem sintomas clínicos ou resultados de ressonância magnética nuclear sugestivos de provável encefalite, independentemente da presença ou ausência de anticorpos. Este caso retrata claramente as dificuldades de diagnóstico e tratamento de uma encefalite autoimune. O principal objetivo deste relato de caso é salientar a importância do diagnóstico precoce, que permite implementar rapidamente umaterapêutica específica, e demonstrou melhorar o prognóstico e suavizar as consequências da doença.

Leia o artigo completo aqui (apenas em inglês).