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II Série Volume 34 Número 3
Março 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

19- Terapia familiar sistémica: um novo conceito, uma nova prática.

20- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

 
   

Versão Portuguesa da Europa da Escala de Fragilidade Clínica: Estudo de Tradução, Adaptação Cultural e Validação



Introdução: Este estudo tem como objetivo descrever a tradução e adaptação da versão Portuguesa da Clinical Frailty Scale e avaliar a validade convergente e fiabilidade teste-reteste.
Material e Métodos: Este estudo de validação incluiu idosos internados em duas unidades de convalescença da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados no Norte de Portugal e seguidos em consulta de ambulatório de Instituições de solidariedade social. A validade convergente desta escala foi avaliada, comparando-a com o Tilburg Frailty Indicator. A fiabilidade teste-reteste, sensibilidade e especificidade foram testadas.
Resultados: Foram incluídos 51 doentes (idade média = 78 anos). A escala identificou 43,1% idosos com fragilidade. Na fiabilidade teste-reteste foi encontrado um kappa = 1 (não-frágil/frágil). O coeficiente de correlação intraclasse para o total da escala de nove pontos foi 0,999. Foi encontrada uma correlação entre a Clinical Frailty Scale e o Tilburg Frailty Indicator (rs = 0,683; p < 0,001). O coeficiente Cohen’s kappa foi 0,423 na análise da concordância entre estas escalas. Os resultados de sensibilidade e especificidade definiram que 62,0% dos pacientes eram verdadeiros positivos e 81,8% verdadeiros negativos. A precisão, determinada pela análise da curva de características receptor-operador, foi de 0,782.
Discussão: A escala revelou uma excelente fiabilidade teste-reteste, bons resultados de validade convergente, boa correlação e um nível de concordância moderado com o Tilburg Frailty Indicator, demonstrando boa sensibilidade, precisão, e elevada especificidade.
Conclusão: Esta versão da escala demonstra excelente fiabilidade teste-reteste e boa validade convergente, sendo um teste fiável e válido para aplicação na prática clínica na avaliação da população idosa portuguesa admitida em unidades de convalescença e em unidades de ambulatório.

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