Untitled
esquerda


Leia a Última Edição!

II Série Volume 32 Número 12
Dezembro 2019

E-ALERT:

menu esquerda
 
   
 
 
 
 


  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Síndrome linfoproliferativo autoimune.

19- Colestase intra-hepática da gravidez. Etiopatogénese, prognóstico e terapêutica.

20- Diferenças farmacodinâmicas e farmacocinéticas entre os SSRI: implicações na prática clínica.

 
   

AMP triplica Factor de Impacto em dois anos

AMP - Factor de Impacto

De acordo com os resultados divulgados pela Thomson Reuters ontem, dia 29 de Julho de 2014, a Acta Médica Portuguesa elevou o seu Factor de Impacto em 2013 para 0,281.

Os valores agora anunciados pelo Journal Citation Reports® correspondem ao número de citações obtidas - até ao final do ano 2013 - pelos artigos publicados na Acta Médica Portuguesa ao longo dos anos de 2012 e 2013, divididos pelo número de artigos publicados nesses mesmos anos. 

Recorde-se que o actual Editor-Chefe da revista científica da Ordem dos Médicos, Rui Tato Marinho, iniciou o seu mandato em Junho de 2011, tendo procedido a uma profunda restruturação da equipa e do processo editorial – com os resultados expressivos que neste momento começam a ser visíveis (vide gráfico com a evolução do Factor de Impacto da AMP desde 2011).