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Leia a Última Edição!

II Série Volume 32 Número 12
Dezembro 2019

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Pancreatite aguda. Actualização e proposta de protocolo de abordagem.

19- Ectopia pancreática.

20- Ectopia pancreática.

 
   

Ebolavirose: uma Reviso de 2014 para Clnicos



A Ebolavirose, tal como a Marburgvirose, são zoonoses africanas, e para ambas o reservatório animal primário são morcegos. São febres hemorrágicas agudas típicas, caracterizadas por uma elevada taxa de letalidade. Num surto, o caso index humano infecta-se por contacto com um animal infectado, na maioria dos casos numa caçada. Os casos humanos secundários infectam-se por contacto próximo com um caso humano, com os seus fluidos corporais ou com um cadáver recente de um caso humano. São vírus que se transmitem facilmente por contacto directo com um caso infectado, ou por contacto com os seus fluidos corporais, basicamente com o sangue. Por isso, profissionais de saúde a trabalhar em condições subóptimas constituem uma percentagem elevada das vítimas do Ébola. De momento, o tratamento disponível é apenas de suporte, mas vários fármacos serão ensaiados em humanos a curto prazo. Também ainda não existe vacina aprovada, mas várias prometedoras já se encontram no pipeline.

 

Poderá ler o artigo em:

http://www.actamedicaportuguesa.com/revista/index.php/amp/article/view/5828/4074