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II Série Volume 30 Número 6
Junho 2017

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

4- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

5- Erisipela.

6- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

7- Drogas antidepressivas.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

13- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

14- Inversão uterina.

15- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Rabdomiólise.

18- Glioblastoma multiforme ... com apresentação multifocal.

19- Distócia de ombros: uma emergência obstétrica.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Vacinação Contra Infeções por Streptococcus Pneumoniae em Crianças e Adolescentes de Alto Risco para Doença Invasiva Pneumocócica



Introdução: Em Portugal, a vacinação anti-pneumocócica é gratuita e recomendada pela Direção-Geral da Saúde na população pediátrica de alto risco para doença invasiva pneumocócica. O objetivo deste estudo foi analisar o cumprimento vacinal numa população pediátrica seguida em consulta hospitalar.
Material e Métodos: Estudo observacional transversal, em crianças com diagnóstico de alto risco de doença invasiva pneumocócica e consulta num hospital nível três, entre julho e dezembro de 2014. Os dados foram obtidos através do processo clínico, Boletim Individual de Saúde e Plataforma de Dados da Saúde®.
Resultados: Dos 122 participantes, 95,9% realizaram, pelo menos, uma dose de vacina mas, destes, só 64,8% efetuaram o esquema completo. O cumprimento do esquema vacinal foi melhor nos de idade com menos cinco anos (p < 0,01). A proporção de crianças com esquema completo foi de: 100% nas hemoglobinopatias, 100% nas infeções por vírus da imunodeficiência humana, 66,7%
nos prematuros com idade gestacional ≤ 28 semanas, 62,5% nos esplenectomizados e 54,7% na síndrome de Down. As crianças têm mais esquemas completos quando são seguidas em consulta de Infeciologia (100%) e de Pneumologia pediátricas (88,2%). O grupo com idade com mais de cinco anos está mais vacinado com a vacina polissacarida 23-valente do que o dos 2-5 anos (74,5%
vs 40,5%; p < 0,01).
Discussão: A maioria da nossa população de alto risco para doença invasiva pneumocócica efetuou vacinação anti-pneumocócica, mas apenas dois terços completaram o esquema recomendado, sendo a maior falha na administração da vacina polissacarida 23-valente.
Conclusões: Embora estes resultados sejam melhores do que em países europeus com recomendações semelhantes, é necessário explorar as causas das falhas observadas para otimizar a vacinação.

Palavras-chave: Adolescente; Criança; Streptococcus pneumoniae; Vacinação; Vacinas Pneumocócicas.

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