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II Série Volume 34 Número 5
Maio 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Hipoplasias cerebelosas.

18- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Hipoplasias cerebelosas.

 
   

Revisão Narrativa sobre Choque na Sala de Emergência



O doente em choque representa um desafio clínico comum na sala de emergência, e representa uma potencial situação de risco de vida imediato que requer a intervenção de diferentes especialidades médicas na sua estabilização. Neste trabalho realiza-se uma revisão não sistemática de recomendações internacionais e de literatura adicional sobre este tema, sob a perspectiva da abordagem ao doente na sala de emergência e das particularidades deste contexto. Esta revisão é estruturada segundo uma proposta de protocolo de actuação baseada no diagnóstico precoce do quadro de choque, na identificação do tipo de choque e da etiologia mais provável, bem como na instituição de terapêutica de suporte. É destacada a importância da estabilização inicial do doente ser orientada pela identificação dos mecanismos fisiológicos em falência, e identificadas estratégias que, fazendo pouco sentido noutros contextos, podem ter interesse na sala de emergência - dado serem práticas e de rápida implementação - como é o caso da administração defármacos vasoactivos por via periférica ou em bólus.

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