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II Série Volume 34 Número 5
Maio 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

18- Ectopia pancreática.

19- Hipoplasias cerebelosas.

20- Espondilodiscite: que etiologia?

 
   

Telangiectasia Hemorrágica Hereditária: Proposta de Protocolo de Referenciação Interdisciplinar



A telangiectasia hemorrágica hereditária (THH), é uma doença da angiogénese, caracterizada pelo aparecimento de estruturas vasculares anómalas, designadas por malformações vasculares (MAV). Trata-se de uma doença rara, de transmissão autossómica dominante e multissistémica, cuja clínica se relaciona com os locais tipicamente mais afectados (pele, mucosas e órgãos viscerais). A epistáxis recorrente é a manifestação mais comum, ocorre em 95% dos casos e constitui o factor mais limitante na qualidade de vida dos doentes. Apesar de apresentarem uma esperança média de vida igual à da população em geral, sabe-se que doentes com THH apresentam pior qualidade de vida. Zarrabeitia et al (2017) mostrou que a mesma está afectada em todas as dimensões avaliadas no seu estudo (mobilidade, auto-cuidado, actividades da vida diária, dor/desconforto e ansiedade/depressão), apresentando pontuações semelhantes a outras doenças crónicas. Os doentes mais velhos, do sexo masculino e portadores de mutações ACVRL1 parecem apresentar pior qualidade de vida.

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