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II Série Volume 34 Número 7-8
Julho-Agosto 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

18- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Demência frontotemporal: que entidade?

 
   

Carta ao Editor referente a “HIPTCN: Estudo Prospetivo Observacional de Doentes Traumatizados Cranioencefálicos Hipocoagulados com Tomografia Computorizada Inicial Normal”



Duarte-Batista et al have analyzed the occurrences and outcomes of a series of 178 adult patients with head injury that had an initial normal head computed tomography (CT) scan, and despite that, further remained in hospital for a 24-hour surveillance period due to a hypocoagulative state (drug induced and/or caused by coagulopathy), then undergoing a post surveillance CT scan. As a rule, anticoagulation medication was not taken during the surveillance period, they state, but the cases in which either partial or total reversal was performed were not reported. With this approach, the authors found that the mortality rate of patients was zero. They diagnosed all the patients that developed delayed intracranial hemorrhage (n = 4, 2.3%), and curiously they were all asymptomatic; one had already undergone reversal of anticoagulation and the remaining were kept off the medication. None of these patients with delayed intracranial hemorrhage required surgery, and no morbidity was recorded. They also state that their results cannot support exclusion of post surveillance CT scan since it
dictated the management of anticoagulant therapy. They also recall the possibility of a falsely normal initial head CT scan that has been described in the literature in this setting due to errors in radiology reporting.

Leia aqui o texto completo da Carta ao Editor (apenas em inglês).