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Leia a Última Edição!

II Série Volume 34 Número 7-8
Julho-Agosto 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

17- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

18- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

19- Tratamento anti-hipertensivo na gravidez.

20- Demência frontotemporal: que entidade?

 
   

Programa de Rastreio de Cancro Colo-Rectal no Norte de Portugal: Primeiros Resultados



Introdução: Em Portugal, foi demonstrado que o rastreio do cancro colo-rectal, baseado no teste imunoquímico fecal seguido de colonoscopia, seria custo-efetivo para indivíduos entre os 50 e 74 anos. Neste artigo reportamos os primeiros resultados da implementação do programa de base populacional na região Norte de Portugal.
Material e Métodos: Na fase piloto, os sujeitos elegíveis foram alocados a dois métodos, por convite através do correio ou por meio de entrega direta nos centros de saúde. No primeiro ano de implementação do programa avaliámos a taxa de adesão, a taxa de positividade de teste imunoquímico fecal, o rendimento diagnóstico de neoplasia avançada e os parâmetros de qualidade da colonoscopia pós- teste imunoquímico fecal positivo.
Resultados: Foram convidados 100 501 indivíduos elegíveis (49% do sexo masculino com idade mediana de 55 anos). Destes, 5228 participaram na fase piloto e 95 273 participaram no primeiro ano do programa. No primeiro ano do programa, a adesão foi de 29%, com taxa de positividade de 5% e adesão de 60% às colonoscopias. A taxa de deteção de teste imunoquímico fecal de neoplasia avançada foi de 0,35/1000 indivíduos, e o valor preditivo positivo na colonoscopia pós-teste imunoquímico fecal positivo foi de 44% e 2% para adenoma avançado e cancro invasivo, respetivamente. Não foi relatado nenhum evento adverso após colonoscopia.
Discussão: A adesão subótima a teste imunoquímico fecal e colonoscopia pós-teste imunoquímico fecal continua a ser a etapa mais problemática.
Conclusão: Um sistema de convite centralizado foi viável, a qualidade das colonoscopias realizadas e o rendimento diagnóstico adequados antecipando o sucesso do programa.

Clique aqui para aceder ao artigo completo (apenas em inglês).