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Leia a Última Edição!

II Série Volume 34 Número 10
Outubro 2021

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Inversão uterina.

16- Pneumonia Necrotizante – Uma Complicação Rara

17- Abordagem diagnóstica das neuropatias periféricas.

18- Pneumonia Necrotizante – Uma Complicação Rara

19- Cerebelite Aguda na Criança – A Propósito de Diferentes Etiologias

20- Neuroanatomia funcional. Anatomia das áreas activáveis nos usuais paradigmas em ressonância magnética funcional.

 
   

Avaliação Retrospetiva da Reconstrução Oncológica da Cabeça e Pescoço com 114 Retalhos Livres num Centro Oncológico Terciário Português



Introdução: A experiência portuguesa na reconstrução microcirúrgica da cabeça e pescoço após cirurgia oncológica está escassamente descrita. O objectivo deste estudo foi caracterizar a reconstrução microcirúrgica da cabeça e pescoço num centro de referência terciário português.
Material e Métodos: Os autores avaliaram retrospetivamente 114 procedimentos de retalhos livres microvasculares realizados para reconstrução de cabeça e pescoço após ressecção oncológica num departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço de um centro oncológico terciário português. Os doentes foram operados no período de janeiro de 2012 a maio de 2018. Foram registadas as características demográficas dos doentes, as características do tumor, as complicações peri operatórias, os resultados estéticos e funcionais pós-operatórios, bem como o tempo de sobrevida e o tempo de recorrência.
Resultados: A maior parte dos tumores estava localizada na região oral (95,6%), sendo o carcinoma de células escamosas o tipo histológico mais frequente. Os retalhos antebraquial radial e fibular foram as opções reconstrutivas mais usadas (58% e 41%, respetivamente). Mais de 80% dos doentes não apresentaram complicações pós-operatórias. A necrose parcial do retalho ocorreu em sete doentes (6,1%), enquanto a necrose total do retalho ocorreu em apenas quatro casos (3,5%). Os resultados estéticos e funcionais foram considerados pelo menos satisfatórios em todos os doentes em que os retalhos sobreviveram.
Discussão: Este trabalho, que descreve a maior série de casos de reconstrução microcirúrgica após cirurgia oncológica da cabeça e pescoço, identificou benefícios funcionais e de sobrevivência semelhantes aos descritos em outros centros oncológicos mundiais.
Conclusão: A reconstrução microvascular parece ser uma opção fiável e eficaz no âmbito da cirurgia oncológica de cabeça e pescoço na nossa instituição.

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