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Leia a Última Edição!

II Série Volume 35 Número 1
Janeiro 2022

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Neurofibromatose tipo 1 em idade pediátrica: o que vigiar?

16- Neurofibromatose tipo 1 em idade pediátrica: o que vigiar?

17- Hipoplasias cerebelosas.

18- Osteopatia estriada com esclerose craniana.

19- Demência frontotemporal: que entidade?

20- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

 
   

Abordagem Multidisciplinar do Primeiro Caso Autóctone de Tularémia Notificado em Portugal



Francisella tularensis, um cocobacilo Gram-negativo, é um microrganismo infecioso altamente virulento, responsável por vários surtos de doença na Europa nas últimas décadas. Os autores apresentam o caso de um homem de 46 anos com febre, mialgias e cefaleias cerca de uma semana após contacto com ração de animais contaminada por roedores. O estudo serológico foi positivo para Francisella tularensis. Este caso, o primeiro caso de tularémia autóctone notificado em Portugal, originou uma intensa investigação envolvendo diversas autoridades de saúde e governamentais portuguesas. Os autores alertam para a possibilidade de subdiagnóstico desta doença no país.

Leia aqui o artigo completo (apenas em inglês).