Untitled
esquerda


Leia a Última Edição!

II Série Volume 35 Número 1
Janeiro 2022

E-ALERT:

menu esquerda
 
   
 
 
 
 


  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Neurofibromatose tipo 1 em idade pediátrica: o que vigiar?

16- Neurofibromatose tipo 1 em idade pediátrica: o que vigiar?

17- Hipoplasias cerebelosas.

18- Osteopatia estriada com esclerose craniana.

19- Demência frontotemporal: que entidade?

20- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

 
   

O Papel do Oxigénio Nasal de Alto Fluxo no Tratamento da COVID-19 Grave: Uma Revisão Sistemática



Introdução: A oxigenoterapia continua a ser o pilar do tratamento de doentes com infecção grave por SARS-CoV-2 e várias modalidades de ventilação não invasiva são usadas em todo o mundo. O oxigénio de alto fluxo via cânula nasal é uma opção terapêutica que pode, em certos casos, evitar a necessidade de ventilação mecânica.
Material e Métodos: Realizámos uma pesquisa sistemática da literatura nas bases de dados PubMed e Cochrane Library até abril de 2021 usando os seguintes termos de pesquisa: “oxigénio de alto fluxo e COVID-19” e “alto fluxo nasal e COVID-19”.
Resultados: Vinte e três artigos foram incluídos nesta revisão, em quatro dos quais a posição de decúbito ventral foi usada como medida adjuvante. A maioria dos artigos eram estudos de coorte ou séries de casos. A oxigenoterapia nasal de alto fluxo pode reduzir a necessidade de ventilação invasiva em comparação com a oxigenoterapia convencional e pode melhorar os resultados clínicos. A eficácia da oxigenoterapia nasal de alto fluxo é comparável à de outras opções de ventilação não invasiva, embora a sua tolerabilidade seja provavelmente superior. O insucesso dessa modalidade está associado ao aumento da mortalidade.
Conclusão: O oxigénio nasal de alto fluxo é uma opção estabelecida para suporte respiratório em doentescom COVID-19. É necessária investigação adicional para medir a sua eficácia e utilidade na prevenção da necessidade de ventilação invasiva.

Clique aqui para aceder ao artigo completo (apenas em inglês).