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II Série Volume 35 Número 1
Janeiro 2022

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  1- Factores de recorrência das lesões intraepiteliais do colo do útero.

2- Duodenoscopia e colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (cpre) no diagnóstico da patologia biliar e pancreática. Experiência dos primeiros 150 exames.

3- Mefedrona, a Nova Droga de Abuso: Farmacocinética, Farmacodinâmica e Implicações Clínicas e Forenses

4- História natural da dilatação pielocalicial pré-natal.

5- Drogas antidepressivas.

6- Erisipela.

7- Abordagem terapêutica das úlceras de pressão--intervenções baseadas na evidência.

8- Traumatismo Crânio-Encefálico: Abordagem Integrada

9- Ulceras genitais causadas por infecções sexualmente transmissíveis: actualização do diagnóstico e terapêuticas, e a sua importância na pandemia do VIH.

10- Abordagem actual da gota.

11- Vasculite livedóide.

12- Cisto de Tarlov: definição, etiopatogenia, propedêutica e linhas de tratamento.

13- Tratamento antibiótico da cistite não complicada em mulheres não grávidas até à menopausa.

14- Urolitíase e cólica renal. Perspectiva terapêutica em Urologia.

15- Neurofibromatose tipo 1 em idade pediátrica: o que vigiar?

16- Neurofibromatose tipo 1 em idade pediátrica: o que vigiar?

17- Hipoplasias cerebelosas.

18- Osteopatia estriada com esclerose craniana.

19- Demência frontotemporal: que entidade?

20- Princípios básicos em cirurgia: fios de sutura.

 
   

A Dermatite Atópica em Revisão



Com uma prevalência crescente nas últimas décadas, a dermatite atópica tornou-se um problema de saúde global. Foi realizada uma revisão não sistemática com base numa pesquisa bibliográfica direcionada à epidemiologia, fisiopatologia, características clínicas, comorbilidades e tratamento da dermatite atópica. Em resumo, a dermatite atópica é uma patologia cutânea heterogénea associada a morfologia, distribuição e curso da doença variáveis. A sua patogénese é complexa, combinando fatores genéticos e ambientais que condicionam a disfunção da barreira epidérmica, a desregulação imune cutânea e sistémica e a disbiose do microbioma da pele. O diagnóstico baseia-se em critérios clínicos específicos, incluindo história pessoal e familiar de atopia, evolução da doença e manifestações clínicas. A gravidade da doença é determinada através da avaliação dos sinais objetivos e dos sintomas subjetivos. A sua abordagem deve ser progressiva, focada na redução do prurido e no controlo da doença. Os doentes devem ser aconselhados sobre os cuidados básicos a ter e evicção de agressores externos. Em situações de agudização ou lesões crónico-recidivantes, devem ser aplicados anti-inflamatórios tópicos. Na ausência de resposta ou controlo adequado no médio prazo, deve ponderar-se fototerapia, imunossupressores sistémicos ou, mais recentemente, dupilumab. Contudo, o tratamento da dermatite atópica moderada a grave permanece desafiador, sendo urgente o desenvolvimento de novas terapêuticas, eficazes, seguras e direcionadas. Concluindo, apesar de atualmente haver uma melhor compreensão e um maior conhecimento da doença, as investigações futuras deverão continuar a explorar a interação entre fatores genéticos e ambientais e seus efeitos na fisiopatologia e gravidade da doença, bem como nos resultados do tratamento.

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