Anticorpos Monoclonais para Tratamento da Esclerose Múltipla
DOI:
https://doi.org/10.20344/amp.6486Palavras-chave:
Anticorpos Monoclonais, Ensaios Clínicos, Esclerose Múltipla.Resumo
Desde a sua introdução na terapêutica médica, no último quarto do século XX, os anticorpos monoclonais têm ganho cada vez mais importância no tratamento de várias doenças. A Neurologia tem sido uma das especialidades médicas a beneficiar do potencial terapêutico destes anticorpos monoclonais e algumas doenças neurológicas podem já contar com fármacos deste tipo nos seus algoritmos terapêuticos. A esclerose múltipla é uma dessas doenças e, para além dos já licenciados para utilização clínica, são vários os anticorpos monoclonais que se encontram em desenvolvimento para futura utilização nesta área específica. O futuro passará certamente por fármacos deste tipo e, neste artigo, far-se-á uma revisão dos dados mais relevantes relacionados com os anticorpos monoclonais já em uso e também em desenvolvimento clínico para tratamento da esclerose múltipla.Downloads
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