Rotura Uterina às 18 Semanas de Gravidez no Contexto de Útero Malformado
DOI:
https://doi.org/10.20344/amp.7150Palavras-chave:
Canais de Müller, Desfecho Obstétrico, Placenta Acreta, Rotura Uterina, Útero/anomalias congénitas.Resumo
As malformações congénitas do tracto genital feminino são relativamente comuns e frequentemente assintomáticas. Apesar do resultado da gravidez poder ser favorável, estão descritos desfechos obstétricos adversos em mulheres com malformações uterinas. Os autores apresentam o caso clínico de uma emergência obstétrica, que realça a possibilidade de um desfecho muito adverso e raro, de rotura uterina da hemicavidade esquerda num útero bicórneo longe do termo, às 18 semanas de gestação, numa grávida com antecedentes de cesariana na hemicavidade direita e com placenta increta. Um útero malformado, com cavidade de tipo rudimentar, apresenta menor distensibilidade da parede com a progressão da gravidez e facilita o desenvolvimento de formas anormais de placentação, aumentando o risco de rotura uterina no primeiro e segundo trimestres. O conhecimento da existência de uma malformação
uterina no período pré-concepcional reveste-se de importância fundamental.
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